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Adriana Vignoli

BIO

Adriana Vignoli, 1981, Brasília, DF, Brasil 
Vive e trabalha em Chicago, Chicago, Illinois, Estados Unidos 

Adriana Vignoli trabalha com instalações e esculturas feitas com materiais como terra, concreto, cerâmica, vidro, metais, plantas e tecnologia digital. Seu processo parte da construção de objetos geométricos dispostos no espaço em estruturas em tensão e equilíbrio. 

Elementos químicos ou biológicos que interfiram ou possam interagir com essas estruturas são adicionados, de modo a provocar-lhes interações e modificações, seja de peso, de estado físico, de volume. Ela propõe esculturas que têm vida própria e se modificam lenta e continuamente, transformando-se em formas outras, imprevisíveis. Interessa a ela dissolver as fronteiras material e simbólica das coisas; provocar o observador a experimentar o tempo como um fluxo contínuo, indissociável em passado, presente e futuro. 

A artista é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília e cursa seu doutorado no Instituto de Artes, também pela UnB. Atualmente atua como pesquisadora na School of the Art Institute of Chicago (SAIC), em Chicago, Illinois, EUA. 

Em 2025, Vignoli participou de duas exposições no Brasil: Inatividade Contemplativa, na Galeria Anita Schwartz, Rio de Janeiro, e Territories, no Watershed Art and Ecology Cultural Space, Chicago, Illinois. Em 2024, ela curou uma exposição na SAIC e participou de várias exposições institucionais nacionais, incluindo History(s) of Brazilian Art(exposição coletiva) na Caixa Cultural, Brasília, e Horizonte Cerrado no Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro. Participou também de Brasília: The Art of Democracy na FGV Arte, Rio de Janeiro, e Terra Concreto no Centro Cultural TCU, Brasília. Em 2023, concluiu uma residência artística internacional no Sertão Negro, em Goiânia, Goiás. Em junho de 2021, Vignoli participou da Residência Artística Internacional no Pivô em São Paulo. Em 2020 foi selecionada para a Residência Artística Internacional no Hangar em Lisboa, Portugal, e recebeu o Prêmio Nacional de Exposições do TCU em Brasília. Em 2019, compartilhou de exposição coletiva internacional na Fundación Klemm, Buenos Aires, e foi selecionada para o 24o Salão Anapolino, GO. 

Em 2016, foi artista indicada para o Prêmio PIPA e também contemplada com o prêmio do Salão Mestre D’armas de Planaltina, DF. Recebeu o Prêmio Nacional da FUNARTE de Arte Contemporânea, 2015. Entre 2013 e 2014, morou em Berlim e expôs na Nassauischer Kunstverein de Wiesbaden e na Hochschule für Bildende Künste Dresden. Apresentou exposição individual na Galeria Referência, Brasília (2018), na Galeria Zipper, São Paulo (2017) e Elefante Centro Cultural, Brasília (2016).

OBRAS DO ARTISTA

Planta Derivada 3, 2022

objeto em concreto, latão, vidro e terra vermelha
Edição: 2/3
46 x 20 x 30

sem título, da série Dente do Tempo, 2022

objeto em vidro, mármore, latão, elástico, cerâmica e grafite
54 x 82 cm

sem título, da série Pequi Concreto III, 2023

objeto em Latão
Edição: 1/5
30 x 18 x 7 cm

sem título, da série Sutura da Paisagem II, 2023

concreto, vidro, terra vermelha, latão
45 x 20 x 40 cm (altura variável)

sem título, da série Orto para uma bio escultura, 2020

papel Fabriano 100% algodão, grafite, óleo sobre papel, latão, concreto e colagem
135 x 75 cm (com moldura)